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FORMAÇÃO E CURSOS
Fernanda C. Mesquita é psicóloga há 8 anos, com orientação psicanalítica, formação complementar pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS) e pela Escola de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (EDESP), com atuação junto a famílias enlutadas.
Possui capacitação pelo Governo Federal em cuidados com o desenvolvimento integral da criança, formação em medidas socioeducativas (Capacitação Cidadania), escuta especializada (Vínculos) e curso recente em orientação parental.
Está apta para o atendimento de adolescentes, pais/responsáveis e idosos, com experiência em demandas relacionadas à dificuldade de comunicação entre pais e filhos, depressão, ansiedade, conflitos familiares e questões relacionadas a vícios, oferecendo um espaço de escuta qualificada, acolhimento e reflexão.
SOBRE MIM
Ao longo dos meus 8 anos de atuação como psicóloga, venho construindo uma escuta clínica atravessada pelas experiências que tive em diferentes contextos de cuidado.
Atuei em um Centro de Referência de Assistência Social como supervisora de um programa do Governo Federal voltado ao cuidado integral da criança e da família, experiência que ampliou meu olhar para os vínculos e para a importância das primeiras relações na constituição subjetiva.
Também trabalhei com policiais autores de violência doméstica no estado do Mato Grosso, em um espaço de reflexão sobre responsabilização, história e repetição de padrões.
Na UTI neonatal, acompanhei pais e cuidadores em momentos muito delicados, oferecendo acolhimento diante da chegada de um bebê em situação de vulnerabilidade — um tempo em que o nascimento também convoca angústias, medos e expectativas profundas.
Em uma escola estadual de ensino médio, pude observar de perto como muitos comportamentos considerados “inadequados” nos adolescentes estavam atravessados por dificuldades na comunicação familiar.
Muitas vezes, os pais desejam fazer diferente, mas se veem capturados por ciclos inconscientes de cuidado marcados por dores que ainda não puderam ser elaboradas.
Foi nesse percurso que a escuta dos cuidadores passou a ocupar um lugar central no meu trabalho.
Hoje, sigo disponível para acolher novas histórias, respeitando o tempo de cada sujeito e a singularidade de cada trajetória.
Acredito que, por meio da palavra e da escuta, é possível construir novos sentidos para aquilo que foi vivido — abrindo caminhos mais possíveis, mais conscientes e mais gentis consigo mesmo.
Psicóloga Fernanda C. Mesquita
FORMAÇÃO E CURSOS
Fernanda C. Mesquita é psicóloga há 8 anos, com orientação psicanalítica, formação complementar pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS) e pela Escola de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (EDESP), com atuação junto a famílias enlutadas.
Possui capacitação pelo Governo Federal em cuidados com o desenvolvimento integral da criança, formação em medidas socioeducativas (Capacitação Cidadania), escuta especializada (Vínculos) e curso recente em orientação parental.
Está apta para o atendimento de adolescentes, pais/responsáveis e idosos, com experiência em demandas relacionadas à dificuldade de comunicação entre pais e filhos, depressão, ansiedade, conflitos familiares e questões relacionadas a vícios, oferecendo um espaço de escuta qualificada, acolhimento e reflexão.
SOBRE MIM
Ao longo dos meus 8 anos de atuação como psicóloga, venho construindo uma escuta clínica atravessada pelas experiências que tive em diferentes contextos de cuidado.
Atuei em um Centro de Referência de Assistência Social como supervisora de um programa do Governo Federal voltado ao cuidado integral da criança e da família, experiência que ampliou meu olhar para os vínculos e para a importância das primeiras relações na constituição subjetiva.
Também trabalhei com policiais autores de violência doméstica no estado do Mato Grosso, em um espaço de reflexão sobre responsabilização, história e repetição de padrões.
Na UTI neonatal, acompanhei pais e cuidadores em momentos muito delicados, oferecendo acolhimento diante da chegada de um bebê em situação de vulnerabilidade — um tempo em que o nascimento também convoca angústias, medos e expectativas profundas.
Em uma escola estadual de ensino médio, pude observar de perto como muitos comportamentos considerados “inadequados” nos adolescentes estavam atravessados por dificuldades na comunicação familiar.
Muitas vezes, os pais desejam fazer diferente, mas se veem capturados por ciclos inconscientes de cuidado marcados por dores que ainda não puderam ser elaboradas.
Foi nesse percurso que a escuta dos cuidadores passou a ocupar um lugar central no meu trabalho.
Hoje, sigo disponível para acolher novas histórias, respeitando o tempo de cada sujeito e a singularidade de cada trajetória.
Acredito que, por meio da palavra e da escuta, é possível construir novos sentidos para aquilo que foi vivido — abrindo caminhos mais possíveis, mais conscientes e mais gentis consigo mesmo.
Psicóloga Fernanda C. Mesquita
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