Psicóloga
CRP 06/93890
São Paulo
Consultas presenciais
Consultas por vídeo
R$ 200
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Depressão
Estresse
Orientação de Pais
Adolescência
Fobia Social
Saúde Mental
Psicologia Infantil
Medos
Conflitos Familiares
Morte e Luto
Síndrome do Pânico
Autoestima
Adoção de Filhos
Hiperatividade
Cirurgia Bariátrica
Transtorno do Sono
Formação e Cursos
A psicóloga Adriana é formada há 16 anos. Possui especialização em Terapia Cognitivo Comportamental. Atua exclusivamente na área da Psicologia Clínica, atendendo crianças, adolescentes e adultos.
Psicólogo
CRP 06175657 SP
São Paulo
Consultas presenciais
Consultas por vídeo
R$ 150
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Depressão
Relacionamentos
Fobias
Conflitos Amorosos
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
Conflitos Familiares
Morte e Luto
Síndrome do Pânico
Compulsões
Sexualidade
Vício em jogos de azar (Ludopatia)
Dependência Química
TOC - Transtorno Obsessivo
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Separação
Transtornos Alimentares
Disfunções Sexuais
Formação e Cursos
Psicólogo formado pela FMU/SP,  possui formação em Psicanálise pelo CEP (Centro de Estudos Psicanalíticos) e Pós Graduação Lato Senso em Psicologia Hospitalar (FCMSCSP).
Psicóloga
CRP 06/172066
São Paulo
Consultas presenciais
Consultas por vídeo
R$ 250
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Depressão
Estresse
Desenvolvimento Pessoal
Saúde Mental
Orientação Profissional
Carreira
Morte e Luto
Síndrome do Pânico
Síndrome de Burnout
Autoconhecimento
Autoestima
Orientação Psicológica
Orientação Vocacional
Preparação para Aposentadoria
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Transição de Carreiras
Formação e Cursos
Formada em Psicologia há mais de 15 anos pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro, com especialização em Psicologia Clínica, com ênfase em Gestalt-Terapia; MBA em Gestão de Pessoas pela FGV – Fundação Getúlio Vargas; e especialização em Recursos Humanos pela FDC.

Síndrome do pânico: tratar a crise — e o medo que fica

A crise de pânico dura minutos; o estrago, sem tratamento, dura meses. O trabalho clínico cuida dos dois tempos.

A ressaca da crise: o dia seguinte de quem teve pânico

Passada a crise, vem uma fase de que pouco se fala: exaustão física, pernas moles, vergonha do episódio e uma vigilância desconfiada do próprio corpo. Essa ressaca de adrenalina é esperada — e saber disso evita a segunda onda de susto, a de achar que “ainda não passou”.

O terreno da crise: sono ruim, café, álcool e outros preparadores de palco

Noites mal dormidas, excesso de cafeína e energéticos, ressaca de álcool, longos períodos sem comer: nada disso causa a síndrome, mas tudo isso baixa o limiar da crise. Parte do tratamento é mapear o seu terreno de vulnerabilidade — e ajustá-lo enquanto o trabalho de fundo desmonta o mecanismo do pânico.

O que quem está perto pode fazer — e o que piora

Ajuda: presença calma, voz baixa, lembrar que a crise tem fim e ficar junto sem dramatizar. Piora: invalidar (“é frescura”, “controla isso”), bombardear de perguntas ou assumir a fuga imediata como única saída. Famílias orientadas encurtam crises — e o psicólogo pode preparar esses combinados com você.

Síndrome do pânico e transtorno de pânico: uma condição, duas páginas

Na plataforma, o mesmo quadro aparece também como transtorno de pânico — nome técnico atual da condição. Os elencos de psicólogos variam entre as páginas; vale comparar os perfis das duas.

Do perfil ao consultório

Os perfis desta página trazem formação, endereço do consultório e valor da consulta — todos com CRP conferido no Cadastro Nacional do CFP.

Agende direto pelo site, presencial na sua cidade ou por videochamada.

Dúvidas frequentes

Ter síndrome do pânico significa que vou desenvolver agorafobia?

Não necessariamente — a agorafobia é uma complicação possível quando a evitação avança sem tratamento. Procurar ajuda cedo é justamente o que impede o medo de redesenhar o seu mapa de circulação.

Posso continuar dirigindo?

Muitas pessoas em tratamento seguem dirigindo normalmente. Se as crises ao volante são frequentes, trate o tema como prioridade com o seu psicólogo e, até estabilizar, prefira trajetos curtos e acompanhados. A meta do tratamento é devolver o volante — não aposentá-lo.

Tomo ansiolítico receitado. A terapia ainda é necessária?

Sim — o remédio abaixa o volume da crise; a terapia desmonta o mecanismo que a produz. São frentes complementares, e qualquer ajuste de medicação é decisão do médico que prescreveu, nunca por conta própria.

As crises sumiram por meses e voltaram. Estou na estaca zero?

Não. Recaídas fazem parte da história natural do quadro — e quem já fez tratamento retoma o controle muito mais rápido, porque as ferramentas continuam aprendidas. Voltar à terapia num momento desses é ajuste, não recomeço.

Quanto custa a consulta?

Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.

Como agendar a sua consulta

  1. Compare os profissionais

    São centenas de psicólogos pelo estado de São Paulo, todos com o CRP conferido um a um no site do CFP. Filtre por tema, abordagem e região e leia os perfis que fizerem sentido para você.

  2. Presencial ou por vídeo: você define

    Cada psicólogo atende no próprio consultório, na cidade onde vive — e a maioria também por videochamada. O valor é definido pelo próprio profissional e aparece no perfil, sem surpresa.

  3. Selecione data e horário

    A agenda exibida é a agenda verdadeira do psicólogo, com atendimentos todos os dias da semana, de manhã cedo à noite.

  4. Finalize e receba a confirmação

    Complete o cadastro com nome, e-mail e celular, conclua o pagamento online e pronto: a consulta fica registrada e confirmada com o profissional escolhido.

A crise tem tratamento — e o medo dela também

Escolha nos perfis o psicólogo e o formato — consultório na sua cidade ou videochamada — e agende direto pelo site.

Dúvidas antes de marcar? Fale com a nossa secretaria pelo WhatsApp, de segunda a sexta das 7h às 21h.

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